A água que goteja do teto de uma gruta deixa uma fina película de minerais dissolvidos. Com o tempo, estes minerais formam uma estrutura que cresce para baixo, chamada estalactite. A maioria das estalactites é composta por calcita, precipitada da água rica em calcário.
Cada gota deposita um pequeno anel de mineral na ponta. Geralmente permanece um canal central, por onde a água continua a fluir. As taxas de crescimento são tipicamente lentas — frações de milímetro por ano — pelo que as grandes estalactites representam milhares de anos de acumulação.
As estalactites estão entre as espeleotemas mais conhecidas e contribuem para a beleza paisagística das grutas turísticas. A sua composição química e camadas de crescimento servem também como arquivos do clima e da vegetação do passado. Quebrá-las destrói o seu valor estético e científico, que não pode ser rapidamente substituído.
- Formação mineral suspensa no teto de uma gruta
- Cresce para baixo por gotejamento de água.
- Geralmente composto por calcita
- Regista condições ambientais de longo prazo
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