O para-brisas protege os ocupantes do vento, da chuva, do pó e dos detritos que voam. Suporta ainda o tejadilho em caso de capotamento e serve como ponto de fixação para o espelho retrovisor, câmaras e sensores. É um componente estrutural, não apenas um vidro.
Os primeiros carros tinham vidros planos. Os para-brisas curvos, de peça única, surgiram na década de 1920 e tornaram-se padrão à medida que o vidro de segurança foi sendo melhorado. O vidro laminado, introduzido na década de 1930, consiste numa camada de plástico entre duas lâminas de vidro. Quando atingido, o vidro parte-se, mas permanece no lugar. O vidro temperado, utilizado nos vidros laterais e traseiros, estilhaça-se em pequenos pedaços sem ponta.
Danos e reparações em para-brisas
- Pequenas lascas podem ser preenchidas com resina antes de se espalharem.
- Rachaduras maiores do que uma nota de um dólar geralmente requerem substituição.
- Os danos no campo de visão do condutor reprovam o condutor na inspeção em muitos locais.
- As variações de temperatura fazem com que pequenas lascas se partam repentinamente.
- As câmaras avançadas de assistência ao condutor localizadas atrás do vidro necessitam de ser recalibradas após a substituição.
A substituição do para-brisas nos automóveis modernos não se resume apenas à troca do vidro. A câmara responsável pelo alerta de saída de faixa, travagem automática de emergência e cruise control adaptativo precisa de ser recalibrada para o novo vidro. Isto requer um dispositivo de diagnóstico e um scanner. Ignorar a recalibração pode desativar os sistemas de segurança ou causar comportamentos imprevisíveis. É um daqueles serviços em que a opção mais barata pode acabar por sair mais cara a longo prazo.
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