Os sociólogos e o público em geral rotulam por vezes um pequeno grupo religioso com crenças inovadoras e uma forte exigência de lealdade como uma seita. O termo é controverso. Os académicos preferem geralmente uma linguagem neutra, como "novo movimento religioso", enquanto o uso popular carrega fortes conotações negativas de manipulação ou perigo.
Os grupos denominados seitas apresentam, geralmente, um líder carismático, elevados níveis de compromisso, práticas distintas e tensão com a sociedade envolvente. Alguns permanecem pequenos e de curta duração; outros evoluem para denominações reconhecidas. Os exemplos históricos mostram que as religiões hoje estabelecidas foram, por vezes, consideradas seitas nos seus períodos de formação.
As preocupações com o controlo coercivo, a exploração financeira ou o isolamento familiar alimentam a suspeita pública. Uma avaliação precisa exige atenção às práticas reais, e não à mera novidade da crença. A própria palavra pode obscurecer mais do que revelar quando utilizada como um simples termo pejorativo.
Uma descrição cuidadosa ainda importa mais do que o rótulo.
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