Uma carteira de investimentos é um conjunto de investimentos detidos por um indivíduo ou instituição. Pode incluir ações, obrigações, imóveis, dinheiro e ativos alternativos. A composição depende dos objetivos, da tolerância ao risco e do horizonte temporal. Um jovem investidor que está a poupar para a reforma pode ter principalmente ações. Um reformado pode ter mais títulos e dinheiro. A carteira é a soma dessas escolhas.
A diversificação é fundamental na construção de um portefólio. Manter vários ativos reduz o risco de que qualquer um deles comprometa todo o portefólio. A alocação de ativos, ou seja, a divisão entre ações, obrigações e outras categorias, explica a maior parte dos retornos de uma carteira ao longo do tempo. Escolher títulos individuais é menos importante do que acertar na alocação. O rebalanceamento mantém a composição alinhada com as oscilações do mercado. Obriga à venda de ativos com bom desempenho e à compra de ativos com mau desempenho, o que é emocionalmente difícil, mas matematicamente correto.
Os portefólios devem ser adequados ao seu propósito. Um portefólio para a reforma tem décadas para recuperar de períodos de baixa. Um portefólio destinado à compra de uma casa no próximo ano não se pode dar ao luxo de sofrer perdas. A capacidade de assumir riscos, e não apenas a tolerância ao risco, define a estrutura do portefólio. Os custos também importam. Taxas elevadas reduzem os retornos ao longo de décadas. Os impostos também são importantes. A alocação de ativos, ou seja, quais as contas que detêm que investimentos, pode melhorar os retornos líquidos. Um portefólio não é algo estático. Evolui conforme a vida muda. Revê-lo anualmente é um hábito razoável.
Conceitos-chave
- Alocação de ativos
- Diversificação
- Reequilíbrio
- tolerância ao risco
- horizonte temporal
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