Uma figura esculpida ou fundida está num santuário e recebe oferendas e orações. Esta figura é um ídolo quando os fiéis a tratam como uma divindade ou como a morada de uma divindade. Esta prática é antiga e generalizada.
Os ídolos dão um foco concreto à devoção e tornam o invisível tangível. Os críticos dentro das tradições monoteístas condenam a idolatria como uma confusão entre o criador e as coisas criadas. Os defensores do uso de imagens distinguem entre a reverência pelo que a imagem representa e a adoração do objeto material em si. O debate gerou tanto iconoclastia como veneração de ícones.
Para além das estátuas literais, os líderes religiosos alertam contra o tratamento da riqueza, do poder ou da ideologia como ídolos funcionais. O termo expande-se, portanto, dos objetos físicos para qualquer realidade finita à qual se deva prestar lealdade absoluta. Os ídolos físicos permanecem centrais em muitas tradições vivas da Ásia, África e outros lugares.
Um ídolo concentra a devoção que, de outra forma, poderia permanecer difusa.
Comments
No comments yet. Be the first to share a thought.
Leave a comment