O coping consiste no conjunto de esforços cognitivos e comportamentais utilizados para lidar com exigências que são avaliadas como stressantes ou que excedem os recursos de uma pessoa. É a tentativa ativa de lidar com a dificuldade, e não com a dificuldade em si.
Os psicólogos distinguem, habitualmente, o coping focado no problema, que visa modificar a situação stressante, do coping focado na emoção, que visa regular a resposta emocional à situação. Procurar informação, elaborar um plano e tomar medidas diretas são estratégias focadas no problema; reavaliar o significado do evento, procurar apoio emocional e utilizar distrações são estratégias focadas na emoção. Ambas podem ser adaptativas, dependendo da controlabilidade do fator stressante. Quando uma situação pode ser modificada, as estratégias focadas no problema são geralmente preferíveis; quando não consegue, as estratégias focadas na emoção ajudam a limitar os danos.
A capacidade de lidar com o stress é influenciada pela personalidade, pelo suporte social disponível e pelas normas culturais. A dependência crónica da evitação ou da negação está geralmente associada a piores resultados, enquanto o uso flexível de múltiplas estratégias prevê uma melhor adaptação. As intervenções que ensinam competências específicas de coping — reestruturação cognitiva, relaxamento, comunicação assertiva — constituem uma parte essencial dos programas clínicos e de gestão do stress.
O stress é inevitável. Lidar com ele é o conjunto de respostas que determina a intensidade e a duração desse stress.
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