Uma comunidade de pessoas que partilham um sentido de identidade comum — frequentemente enraizado na língua, cultura, história ou ascendência — forma uma nação. A nação é uma entidade cultural e psicológica que pode ou não coincidir com as fronteiras de um Estado.
A identidade nacional pode mobilizar as pessoas para o autogoverno, para a resistência ao domínio estrangeiro ou para a solidariedade interna. Pode também excluir minorias e justificar a agressão contra estrangeiros. As nações são comunidades imaginadas, no sentido em que a maioria dos seus membros nunca se encontrará, mas sustentam um forte sentido de destino partilhado através dos símbolos, da educação e dos meios de comunicação.
A relação entre nação e Estado é um tema central da política moderna. Os Estados-nação afirmam representar uma única nação; os Estados multinacionais gerem várias; os movimentos nacionalistas procuram Estados próprios. A globalização e a migração remodelam continuamente o significado prático da identidade nacional.
Bandeiras, hinos e narrativas históricas partilhadas mantêm viva a ideia de nação ao longo das gerações.
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