O poder absoluto concentrado numa só pessoa produz uma ditadura. O ditador não está efetivamente limitado pela lei, por instituições independentes ou por eleições regulares e competitivas.
As ditaduras surgem através de golpes de Estado, de revoluções ou da erosão gradual dos mecanismos democráticos. Mantêm o controlo através da repressão, propaganda, clientelismo e, por vezes, apoio popular genuíno baseado no desempenho ou na ideologia. A sucessão é, muitas vezes, um ponto crítico, pois as regras formais para a transferência de poder são frágeis ou ignoradas.
Algumas ditaduras são altamente personalizadas; outras baseiam-se num partido ou junta militar no poder com uma única figura central. Os resultados económicos variam amplamente. A ausência de alternância pacífica do poder e de oposição protegida distingue a ditadura da democracia, independentemente dos resultados políticos a curto prazo.
- Governo de uma só pessoa com poder irrestrito
- Falta de uma competição eleitoral significativa.
- Mantido por coação e cooptação
- A sucessão é normalmente instável.
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