O lucro é o que sobra quando a receita compensa os custos. É a recompensa por assumir riscos e organizar a produção. Uma padaria que venda 1.000 dólares em pão e gaste 800 dólares em ingredientes, renda e mão-de-obra obtém um lucro de 200 dólares. Este dinheiro pode ser reinvestido, poupado ou pago aos proprietários.
Os economistas distinguem o lucro contabilístico do lucro económico. O lucro contabilístico subtrai os custos explícitos. O lucro económico subtrai também o custo de oportunidade, ou seja, o retorno que o proprietário poderia ter obtido noutro local. Uma empresa pode apresentar lucro contabilístico, mas prejuízo económico, se o proprietário pudesse ganhar mais noutro empreendimento.
O lucro impulsiona o comportamento. Lucros elevados atraem novos concorrentes. A concorrência, por sua vez, desgasta-os com o tempo. Os lucros baixos levam as empresas a cortar custos ou a sair do mercado. A procura do lucro pode gerar inovação e eficiência. Mas também pode levar a atalhos e à exploração. As regras e a ética moldam estes cenários.
Conceitos-chave
- Receita menos custos
- Lucro contabilístico versus lucro económico
- Lucro normal
- Margem de lucro
- Reinvestimento e dividendos
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