O carvão, o petróleo, o gás natural e o urânio são recursos não renováveis. Formaram-se ao longo de milhões de anos a partir de matéria orgânica antiga e de processos geológicos. Os seres humanos extraem-nos muito mais rapidamente do que podem ser repostos. Uma vez queimados ou consumidos, desaparecem. O termo não significa que o recurso irá desaparecer amanhã. Significa que a oferta é finita e a taxa de utilização excede a taxa de formação.
Os combustíveis fósseis fornecem a maior parte da energia mundial. Alimentam veículos, geram eletricidade, aquecem edifícios e produzem plásticos, fertilizantes e medicamentos. A sua utilização tirou milhares de milhões de pessoas da pobreza e impulsionou o crescimento económico. Também libertou dióxido de carbono para a atmosfera, contribuindo para as alterações climáticas. A tensão entre o acesso à energia e o impacto ambiental é um dos desafios definidores deste século. As fontes renováveis, como a solar e a eólica, estão a expandir-se rapidamente, mas ainda fornecem uma fatia menor da energia global do que os combustíveis fósseis. Minerais como o lítio e o cobalto também não são renováveis, embora possam ser reciclados.
Recursos comuns não renováveis
- Carvão, petróleo e gás natural.
- Urânio para energia nuclear.
- Minerais e metais como o cobre e o lítio.
- Água subterrânea em alguns aquíferos.
Não renovável não significa que os recursos se esgotarão em breve. Significa que o abastecimento acabará eventualmente e que os custos ambientais da extracção e da utilização são reais.
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