Um rosto no meio da multidão parece familiar, ou uma opção de escolha múltipla é selecionada corretamente como a que foi vista anteriormente. O reconhecimento é o julgamento de que um estímulo atual já foi encontrado antes.
É geralmente mais fácil do que a recordação, porque o próprio estímulo serve de pista. Os modelos de duplo processo distinguem a familiaridade — uma sensação rápida e automática de ocorrência anterior — da recordação — a recuperação mais lenta de detalhes contextuais. O falso reconhecimento ocorre quando a familiaridade está presente sem uma recordação precisa, como no paradigma de Deese-Roediger-McDermott.
Os testes de reconhecimento são amplamente utilizados na educação e em estudos laboratoriais da memória. Podem ser afetados por palpites e por alterações no viés de resposta. Em contextos jurídicos, o reconhecimento em filas de suspeitos apresenta tanto poder como risco de erro. O reconhecimento demonstra que a memória pode ser eficaz com menos informação do que a necessária para uma recordação completa.
A sensação de que algo é conhecido não é o mesmo que ser capaz de dizer o que se sabe sobre isso.
Comments
No comments yet. Be the first to share a thought.
Leave a comment