O reforço positivo fortalece um comportamento ao apresentar um estímulo desejável após a ocorrência do comportamento. A consequência torna o comportamento mais provável no futuro.
Uma criança que recebe elogios por partilhar algo tem maior probabilidade de partilhar novamente. Um trabalhador que recebe um bónus por atingir um objetivo tem maior probabilidade de manter um desempenho elevado. Em laboratório, um animal pressiona uma alavanca com mais frequência quando o pressionar produz alimento. O reforço pode ser tangível, social ou baseado na atividade; o que importa é que seja contingente à resposta e que aumente a probabilidade futura dessa resposta.
O reforço positivo é mais eficaz quando aplicado de forma rápida e consistente durante a aquisição de um novo comportamento, e quando o reforçador é genuinamente valorizado pelo indivíduo. Ao longo do tempo, os esquemas intermitentes podem manter o comportamento com menos reforçadores. Este princípio é fundamental para a educação, a parentalidade, a terapia comportamental clínica e a gestão organizacional.
Quando uma ação resulta numa consequência desejável e essa ação passa a ser mais frequente, ocorre um reforço positivo.
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