O prognóstico é uma previsão sobre como uma doença irá evoluir. Irá melhorar, piorar ou manter-se estável? Quanto tempo poderá o doente viver? Qual a resposta provável ao tratamento? Estas são as questões a que o prognóstico tenta responder.
Os médicos elaboram prognósticos com base nas estatísticas, na experiência clínica e nas especificidades do caso do doente. Um prognóstico de cancro pode incluir taxas de sobrevivência a cinco anos. Um prognóstico de insuficiência cardíaca pode estimar o risco de mortalidade ao fim de um ano. Estes números são médias populacionais. Descrevem um grupo, não um indivíduo.
O que influencia um prognóstico
- Estádio e grau da doença.
- Idade e estado geral de saúde do doente.
- Resposta a tratamentos anteriores.
- Marcadores genéticos e moleculares.
- Acesso a cuidados e apoio social.
O prognóstico não é o destino. Alguns doentes superam as expectativas. Outros pioram mais rapidamente do que o previsto. Os médicos fazem prognósticos com incerteza porque a medicina não é determinística. Uma boa conversa sobre prognóstico inclui o leque de possibilidades, os fatores que podem alterar o curso da doença e aquilo que o doente mais valoriza. É uma das conversas mais difíceis em medicina e uma das mais importantes.
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