Os estimulantes são fármacos que excitam a atividade neural e aceleram as funções corporais. Aumentam o estado de alerta, melhoram o humor e elevam a frequência cardíaca e a pressão arterial.
A cafeína, a nicotina, as anfetaminas, a cocaína e a metanfetamina pertencem à mesma classe, embora difiram em potência, duração e risco. A maioria atua aumentando a disponibilidade de dopamina, norepinefrina ou ambas. Doses baixas a moderadas podem melhorar a atenção e o desempenho; doses mais elevadas produzem euforia, agitação e, com algumas substâncias, stress fisiológico perigoso. A tolerância e a dependência desenvolvem-se com o uso repetido, e a abstinência inclui frequentemente fadiga, irritabilidade e humor deprimido.
Os usos medicinais incluem o tratamento da perturbação de défice de atenção/hiperatividade (PDAH) e da narcolepsia. O uso recreativo e não medicinal acarreta riscos substanciais de dependência, eventos cardiovasculares e, para alguns fármacos, alterações a longo prazo nos sistemas de recompensa cerebral. Os esforços em saúde pública centram-se na regulamentação, educação e tratamento da dependência.
Quando o sistema nervoso é estimulado quimicamente a um ritmo mais acelerado, o agente em questão é um estimulante.
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