A 4 de julho de 1776, o Congresso Continental adotou um texto que rompeu os laços políticos com a Grã-Bretanha. A Declaração de Independência afirmava que as treze colónias americanas eram estados livres e independentes, fundamentando a reivindicação numa filosofia de direitos naturais e numa lista de queixas contra o rei.
Thomas Jefferson redigiu o texto principal; a edição do Congresso melhorou algumas passagens e suavizou outras. O documento foi impresso, distribuído e lido em voz alta às tropas e em assembleias municipais. O seu segundo parágrafo, sobre igualdade e direitos inalienáveis, tornou-se posteriormente um ponto de referência para movimentos muito para além do contexto original.
A Declaração não ganhou a guerra por si só, mas esclareceu os objectivos de guerra dos rebeldes e angariou apoio estrangeiro. Os historiadores estudam as suas fontes intelectuais, os seus silêncios em relação à escravatura e o seu impacto global como modelo para outras proclamações de independência. O pergaminho assinado continua a ser um artefacto icónico da fundação dos Estados Unidos.
- Declaração de independência americana da Grã-Bretanha em 1776
- Direitos naturais reivindicados e queixas listadas
- Elaborado principalmente por Thomas Jefferson
- Influenciou movimentos independentistas posteriores.
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