A exclusão social é a marginalização da participação plena na sociedade. Não se trata apenas de pobreza. É a incapacidade de aceder a instituições, relações e oportunidades que a maioria das pessoas considera garantidas. Uma pessoa em situação de sem-abrigo é excluída da habitação, da saúde e, muitas vezes, do próprio espaço público.
O termo surgiu na Europa na década de 1970 para descrever as pessoas excluídas do sistema de bem-estar social. Inclui a exclusão económica (sem emprego, sem rendimentos), a exclusão política (sem voz, sem voto), a exclusão social (sem redes de apoio, sem suporte) e a exclusão cultural (estigma, discriminação).
Quem está excluído?
- pessoas sem-abrigo
- Imigrantes sem documentos
- minorias raciais e étnicas
- Pessoas com deficiência
- Jovens LGBTQ+, especialmente aqueles rejeitados pelas suas famílias.
A exclusão social é custosa. Desperdiça potencial humano, aumenta a criminalidade e sobrecarrega os serviços públicos. As políticas que promovem a inclusão — habitação acessível, cuidados de saúde universais, leis anti-discriminação — podem reduzi-la. Mas a inclusão exige mais do que o acesso. Exige sentimento de pertença.
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