A partir de informação fornecida, uma pessoa chega a uma conclusão que vai para além da própria informação. O raciocínio é esse processo de inferência coordenada.
O raciocínio dedutivo extrai conclusões que devem ser verdadeiras se as premissas forem verdadeiras. O raciocínio indutivo generaliza a partir de instâncias específicas. O raciocínio abdutivo infere a explicação mais plausível. As pessoas são capazes de raciocínio lógico, mas desviam-se frequentemente das normas formais devido a enviesamentos de crença, limitações da memória de trabalho e ao uso de heurísticas.
Os estudos de Wason sobre tarefas de seleção e raciocínio silogístico documentam erros comuns. A experiência e a formação melhoram o desempenho em tarefas formais. O raciocínio quotidiano é pragmático, orientado para os objetivos e sensível ao contexto da conversa. O raciocínio fundamenta a ciência, o direito, o planeamento e a avaliação de argumentos. É uma expressão central da racionalidade humana, imperfeita, mas poderosa.
A capacidade de acompanhar e construir um argumento continua a ser fundamental para o conhecimento coletivo.
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