Quando o Império Romano do Ocidente se fragmentou, a sua metade oriental continuou a existir. O Império Bizantino, com a sua capital em Constantinopla, preservou o direito e a administração romana, ao mesmo tempo que desenvolveu uma cultura cristã distinta, de língua grega. Perdurou até à conquista otomana de 1453.
As reconquistas e a codificação jurídica promovidas por Justiniano no século VI marcaram um ponto alto inicial. Os séculos posteriores testemunharam lutas defensivas contra a expansão persa, árabe e turca, intercaladas por períodos de florescimento artístico e intelectual. O cristianismo ortodoxo e a corte imperial moldaram a identidade e a diplomacia.
A arte, a arquitetura e as tradições manuscritas bizantinas influenciaram tanto o mundo eslavo como a Europa Ocidental. Os historiadores outrora descartavam o império como estático; a investigação moderna enfatiza a sua adaptabilidade e longa sobrevivência sob pressão contínua. A queda de Constantinopla pôs fim a um milénio de continuidade com o Estado romano clássico.
- Império Romano do Oriente, que se prolongou até 1453.
- Centrada em Constantinopla
- Cristãos ortodoxos e de língua grega
- Tradições romanas preservadas e transformadas
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