O capital próprio é a participação na propriedade de um ativo após a dedução dos passivos. Numa casa avaliada em 500.000 dólares com uma hipoteca de 300.000 dólares, o património líquido é de 200.000 dólares. Numa empresa, o capital próprio é o que resta aos acionistas após o pagamento de todas as dívidas. É o direito residual. Os detentores de capital próprio são os últimos na linha de sucessão, razão pela qual assumem o maior risco e esperam os maiores retornos.
O património líquido assume diversas formas. Em contabilidade, o património líquido dos acionistas aparece no balanço como ativos menos passivos. Em investimentos, o capital próprio refere-se à participação acionista. Capital privado significa propriedade de empresas que não são negociadas em bolsas de valores. O património líquido imobiliário é a diferença entre o valor de uma casa e o saldo em dívida do crédito habitação. Cada contexto utiliza a mesma ideia base: o que sobra após o pagamento das obrigações.
Construir património leva tempo. Um proprietário de um imóvel constrói-o amortizando o financiamento imobiliário e beneficiando da valorização do imóvel. Um investidor em ações constrói-o através da valorização das ações e do reinvestimento de dividendos. Um empresário constrói-o retendo os lucros. O património também pode ser perdido. A queda dos preços dos imóveis elimina o património imobiliário. A queda dos preços das ações elimina o património de mercado. A falência pode eliminar completamente o património dos acionistas. O património é um direito sobre um valor, e o valor pode desaparecer.
Formas comuns
- Capital próprio dos acionistas
- património imobiliário
- Capital privado
- Patrimônio líquido do proprietário
- Retorno sobre o capital próprio
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