O crédito é a capacidade de pedir dinheiro emprestado ou adquirir bens com a promessa de pagar posteriormente. É baseado na confiança. O credor acredita que o devedor irá pagar, por isso adianta fundos ou bens. O crédito assume muitas formas: cartões de crédito, empréstimos pessoais, hipotecas e linhas de crédito. As empresas concedem crédito aos clientes enviando mercadorias antes do vencimento do pagamento.
O crédito tem um custo. Os credores cobram juros, que os compensam pelo risco e pelo valor do dinheiro no tempo. Um mutuário com bom crédito obtém taxas mais baixas. Um mutuário com crédito fraco paga mais ou vê o pedido rejeitado. Esta diferença reflete a avaliação do credor sobre o risco de incumprimento. A pontuação de crédito, o rendimento e o histórico influenciam a decisão.
O crédito é essencial para as economias modernas. Sem ele, poucas pessoas conseguiriam comprar casas ou carros. Poucas empresas conseguiriam expandir-se. Os consumidores não conseguiriam distribuir os seus gastos ao longo do tempo. Mas o crédito também acarreta riscos. O endividamento excessivo leva ao incumprimento, à falência e a dificuldades financeiras. A crise de 2008 foi impulsionada, em parte, pelo crédito excessivo. Utilizado com sabedoria, o crédito cria oportunidades. Usado de forma imprudente, torna-se uma armadilha. A diferença reside na disciplina e na compreensão dos termos.
Formas comuns
- Cartões de crédito
- empréstimos pessoais
- Hipotecas
- Linhas de crédito
- Crédito comercial
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