O objetivismo defende que certas verdades existem independentemente da perceção, da opinião ou da cultura. O objetivismo moral defende que existem factos morais objetivos. O objetivismo epistémico defende que existem verdades objetivas sobre o conhecimento. O objetivismo estético defende que existem padrões objetivos de beleza. O oposto do objetivismo é o subjetivismo, que defende que a verdade depende do indivíduo, e o relativismo, que defende que depende do grupo. Objetivismo não significa que todos concordem. Significa que a discordância não altera a verdade.
O objetivismo tem uma longa história. Platão defendia que as Formas são realidades objetivas. Kant defendia que a lei moral é objetiva, vinculando todos os seres racionais. No século XX, Ayn Rand desenvolveu um sistema filosófico a que chamou Objetivismo, dando ênfase à razão, ao individualismo e ao capitalismo laissez-faire. O Objetivismo de Rand é uma doutrina específica, não sendo o mesmo que o objetivismo em geral. O objetivismo em ética é defendido pelos realistas morais, que defendem que as verdades morais são descobertas, e não inventadas. Os críticos argumentam que o objetivismo moral é culturalmente imperialista, impondo os valores de um grupo a outros. Os defensores respondem que algumas verdades morais, como a imoralidade da escravatura, são universais.
Formas de objetivismo
- Moral. Existem factos morais objetivos.
- Epistémico. Existem verdades objetivas sobre o conhecimento.
- Estética. Existem padrões objetivos de beleza.
- Randian. A filosofia da razão e do individualismo de Ayn Rand.
O objetivismo não é o mesmo que absolutismo. O absolutismo defende que as regras morais não têm exceções. O objetivismo defende que as verdades morais existem, mas podem ser complexas e dependem do contexto.
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