O contentamento é um estado de satisfação pacífica com as próprias circunstâncias. Não é o mesmo que felicidade. A felicidade depende das circunstâncias. O contentamento depende da atitude. Uma pessoa contente pode estar satisfeita mesmo no meio das dificuldades. Uma pessoa insatisfeita pode ser infeliz mesmo na abundância. O contentamento é uma virtude. É aprendido. É praticado.
O apóstolo Paulo escreveu sobre o contentamento. Disse que aprendeu a contentar-se em qualquer situação. Sabia como ser humilhado e como ter abundância. Ele podia fazer todas as coisas por meio de Cristo que o fortalecia. Contentamento não é passividade. Não é resignação. É confiança. É a crença de que Deus providencia. É a aceitação do que é. É a ausência de inveja e de ganância.
Contentamento nas escrituras
- Filipenses 4:11-13: aprendemos a estar contentes.
- 1 Timóteo 6:6: A piedade com contentamento é grande ganho.
- Hebreus 13:5: contentai-vos com o que tendes.
- Salmo 23: O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.
- Provérbios 19:23: O temor do Senhor leva à satisfação.
O contentamento é contracultural. A publicidade diz-nos que precisamos de mais. As redes sociais mostram-nos o que nos falta. A comparação gera insatisfação. O contentamento resiste. Ele diz: isto basta. Diz: tenho o que preciso. Diz: estou grato. Contentamento não é complacência. Não significa que deixemos de crescer. Significa que deixamos de lutar por aquilo que não precisamos. Significa que usufruímos do que temos. Significa que confiamos em Deus para o futuro. O contentamento é uma dádiva. É também uma disciplina. Deve ser cultivado. Deve ser escolhido. É o segredo de uma vida pacífica. O Paulo disse que o aprendeu. Nós também podemos.
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