O ateísmo é a descrença na existência de Deus. Não é uma religião. Não é um sistema de crenças. É a ausência de crença numa divindade. Alguns ateus têm a certeza de que Deus não existe. Outros simplesmente não acreditam. A diferença reside entre o ateísmo forte e o ateísmo fraco. O ateísmo forte afirma que Deus não existe. O ateísmo fraco afirma que não há razão para acreditar em Deus.
O ateísmo tem uma longa história. Filósofos da Grécia Antiga, como Epicuro e Lucrécio, questionavam os deuses. O Iluminismo deu origem ao ateísmo moderno. Pensadores como Voltaire, Hume e Nietzsche desafiaram a religião. O século XX assistiu à ascensão do secularismo. O ateísmo é hoje comum na Europa, na Ásia Oriental e entre os cientistas. Está a crescer em muitos países.
O ateísmo em contexto
- Não é o mesmo que agnosticismo.
- Não existe uma única visão do mundo.
- Pode ser combinado com humanismo ou laicismo.
- Inclui frequentemente uma visão naturalista do mundo.
- Enfrenta perseguições em alguns países.
Os ateus são diversos. Alguns são ex-crentes. Alguns foram educados sem religião. Alguns participam ativamente em organizações seculares. Alguns são indiferentes. O ateísmo não é uma posição moral. Os ateus podem ser morais. Podem ser imorais. Podem ser bondosos. Podem ser cruéis. São humanos. A única coisa que partilham é a falta de crença em Deus. Isto é algo pequeno. Mas também é algo grande. Molda a forma como veem o mundo. Molda a forma como se veem. O ateísmo é uma conclusão. Não é um credo. É a resposta que algumas pessoas dão à questão de Deus. Não é a única resposta. É a resposta delas.
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