Os produtos que uma loja tem disponíveis para venda, quer no salão de vendas, quer no armazém, constituem o seu stock. O termo é utilizado como sinónimo de inventário na linguagem quotidiana do retalho.
Manter os níveis de stock adequados é um constante exercício de equilíbrio. Os artigos de alta rotatividade devem ser repostos rapidamente; aqueles com baixa rotatividade devem ser identificados antes de imobilizarem capital. As contagens de stocks, os sistemas de inventário permanente e os prazos de entrega dos fornecedores influenciam a disponibilidade. Os clientes que encontram prateleiras vazias frequentemente desistem da compra e podem não regressar.
A linguagem utilizada na loja reflete este conceito: os colaboradores verificam o stock, fazem encomendas e liquidam o stock antigo. Registos de stock precisos são a base tanto do atendimento na loja como das promessas de disponibilidade online. Quando o stock está correto, as vendas fluem; quando está incorreto, tudo o resto sofre.
A pergunta mais simples de um cliente — "Têm isto em stock?" — põe à prova todo o sistema de inventário.
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