O design industrial molda produtos físicos produzidos em massa. Combina engenharia, estética e usabilidade. O designer industrial decide como é um produto, como é a sensação ao toque e como funciona. Um smartphone, uma cadeira, um berbequim, um carro. Cada um é o resultado de decisões de design industrial sobre forma, material, ergonomia e fabrico. A disciplina situa-se entre a arte e a engenharia. Deve agradar aos olhos e às mãos, ao mesmo tempo que cumpre as restrições da produção.
O processo começa com a pesquisa. Quem utilizará o produto? Como o utilizarão? Quais são as suas necessidades? Os conceitos são esboçados, modelados em 3D e prototipados. Os materiais são escolhidos. Os métodos de fabricação são considerados. O formato pode ser moldado? A peça pode ser montada? Pode ser produzida dentro do custo-alvo? As decisões estéticas não podem ignorar estas realidades. Um design bonito que não pode ser fabricado é apenas um esboço, não um produto. A área já produziu objetos icónicos. A garrafa da Coca-Cola. A poltrona Eames. O iPhone original. Cada um equilibra a forma, a função e a viabilidade. Os designers industriais trabalham em equipa com engenheiros, profissionais de marketing e fabricantes. O designer defende o utilizador. O engenheiro defende o que é viável de construir. O profissional de marketing defende o que vende. Os melhores produtos surgem quando estas perspetivas se alinham. Os piores surgem quando uma delas domina.
Considerações sobre o design industrial
- Ergonomia — como o produto se adapta ao corpo.
- Materiais — de que é feito e porquê
- Fabrico — como será produzido
- Estética — como se apresenta visualmente e como se sente.
- Custo — o que é necessário para produzir e vender.
- Sustentabilidade — impacto ambiental
O design industrial é o design de coisas em que se pode tocar. Ele molda os objetos da vida quotidiana.
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