O sexo em grupo envolve mais de dois adultos que consentem o mesmo ato sexual. A logística multiplica-se: nomes, barreiras, quem toca em quem, onde guardar a roupa, quem passa a noite. A fantasia é um emaranhado. A realidade é muita conversa antes de alguém se despir.
O sexo seguro é algo específico. Fluidos que eram aceitáveis numa relação a dois podem não ser aceitáveis num ambiente com cinco pessoas. As luvas e os preservativos são mais fáceis de usar do que as suposições implícitas. Qualquer pessoa pode ir embora sem precisar de um discurso.
O álcool transforma a contagem de consentimentos em palpites. Se não se consegue lembrar de quem concordou com o quê, o grupo está demasiado bêbado ou é demasiado grande. Os ciúmes em casais estáveis exigem um plano, não um teste para provar a resistência.
O apoio pós-evento continua mesmo quando há pessoas a mais. Água, fila para o duche e boleia para casa fazem parte da organização.
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